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Programa de Orientação Social e Ambiental

Com a finalidade de capacitar os colaboradores das fazendas produtoras de algodão de Mato Grosso, o Instituto Algodão Social (IAS) criou o Programa de Orientação Social e Ambiental. O primeiro curso oferecido por meio desse programa foi o de capacitação no manuseio de defensivos agrícolas, visando a atualização dos trabalhadores quanto ao que determina a Norma Regulamentadora de Segurança do Trabalho, Saúde Ocupacional e Meio Ambiente do Trabalho (NR 31) em seu item 8. Outros cursos estão programados para o segundo semestre.

Realizado em parceria com a Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa) e com recursos do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA), o primeiro curso do programa levou aos colaboradores informações sobre formas de exposição direta e indireta aos produtos agrotóxicos, sinais e sintomas de intoxicação e medidas de primeiros socorros, rotulagem e sinalização de segurança, medidas higiênicas durante e após o trabalho,  e sobre uso, limpeza e manutenção  de vestimentas e equipamentos de proteção pessoal,

O curso teve como instrutores a engenharia agrônoma Marcelma Maciel, o técnico de segurança do trabalho José Hortêncio Ribeiro e as enfermeiras Débora Bagli e Paula Molina (que se revezaram na apresentação do conteúdo relativo a primeiros socorros e procedimentos a serem tomados em casos de intoxicação), sob a coordenação do engenheiro Waltamir Augusto Borralho Dias, da empresa Engersev. Esse primeiro curso foi dado em Pedra Preta (Serra da Petrovina), Campo Verde, Primavera do Leste, Sorriso, Campo Novo do Parecis e Alto Taquari, com a participação de 88 pessoas, representando diversas fazendas produtoras de algodão.

"O IAS foi criado em 2005 pelos associados da Ampa para promover a prática da responsabilidade social e ambiental entre os empreendedores do setor algodoeiro em busca do desenvolvimento sustentável", recorda o atual presidente do IAS, Gustavo Viganó Piccoli. Nesse mesmo ano – em março de 2005 – o Ministério do Trabalho e Emprego instituiu a NR 31 e, desde então, o IAS vem cumprindo o seu papel de orientação aos cotonicultores em relação a essa norma e às normas da CLT. "Evoluímos muito nesses anos e, hoje, a pluma mato-grossense tem certificação social e ambiental, e é sinônimo de qualidade no Brasil e no exterior. Mas é importante estarmos sempre atualizando produtores e seus colaboradores quanto às leis trabalhistas e ambientais, e à segurança do trabalho para consolidarmos essa posição de liderança", acrescenta Piccoli.