Seis trabalhos científicos entre 192 apresentados ao 9º Congresso Brasileiro do Algodão foram premiados no terceiro dia do evento, que termina hoje em Brasília-DF. Desde as primeiras edições do CBA, é costume premiar os melhores trabalhos científicos apresentados, a fim de estimular o desenvolvimento de pesquisas na área do algodão.
“Uma pesquisa de alto nível é o pilar de uma cadeia algodoeira sólida e sustentável. Por isso é fundamental fomentar o trabalho dos pesquisadores nas mais diversas instituições de pesquisa do país como Embrapa, IMAmt (Instituto Mato-grosssense do Algodão), universidades públicas e privadas, e fundações”, comentou Milton Garbugio, presidente do 9º CBA e da Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (AMPA).
Uma comissão imparcial, formada por renomados pesquisadores de várias instituições de pesquisa, selecionou os seis trabalhos premiados, mas, de modo geral, o nível dos trabalhos apresentados foi considerado excelente. Cada um dos pesquisadores premiados recebeu um iPad.
Conheça agora os trabalhos premiados: “Adubação nitrogenada do algodoeiro cultivado sob palhas provenientes da associação entre Brachiaria ruziziensis e Crotiaria spectabilis”, de autoria de Ana Borin; "Algodoeiro em Sistema de Plantio Direto", de Fernando Lamas; “Avaliação da ação endofítica de estirpes de Bacillus thurigiensis no desenvolvimento vegetativo de genótipos de algodoeiro (Gossypium)”, de Flávia Santana; “Leaf-level carbon isotope discrimination and its relationship with yield components as a tool for cotton phenotyping in unfavorable conditions”, de Nelson Suassuna; “Validação de marcadores moleculares mitocondriais para a identificação de Helicoverpa armigera em áreas produtoras de algodão em Mato Grosso, Brasil”, de Paulo Queiroz; e “Ocorrência de Archytas (Diptera: Tachinidae) parasitando lagarta de Helicoverpa armigera (Lepidoptera: Noctuidae) em Mato Grosso”, de Wanderlei Guerra.