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Como evitar a pegajosidade da fibra

Como evitar a pegajosidade provocada pelo ataque de pragas sugadoras do algodoeiro no final do ciclo? Para responder a essa pergunta e contribuir para a solução de um problema de contaminação que prejudica a qualidade da fibra, os pesquisadores Miguel Soria e Jean Belot e o consultor técnico Sérgio Gonçalves Dutra, do Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt) acabam de publicar uma Nota Técnica.

Segundo os autores, uma das contaminações da fibra de algodão que mais prejudica a indústria têxtil é a presença de açúcares pegajosos excretados por diversas pragas sugadoras do algodoeiro sobre os capulhos abertos, no final do ciclo da planta, antes da colheita. Entre as pragas apontadas, estão pulgões, mosca branca e cochonilha. Os responsáveis pela NT dizem que se o algodão for classificado como “pegajoso” pela indústria pode sofrer depreciação e até ser devolvido pelos compradores.

Por isso, é importante que os produtores e seus colaboradores adotem ações proativas sugeridas pelo entomologista Miguel Soria, pelo melhorista Jean Belot e Dutra. Os dois últimos são responsáveis pelo projeto de Qualidade do Algodão de Mato Grosso, que é financiado pelo Instituto Brasileiro do Algodão (IBA). Os autores da NT falam sobre problemas gerados pelo algodão pegajoso à indústria e também abordam as metodologias usadas para determinar a pegajosidade do algodão. Veja mais sobre o tema nos sites do IMAmt (em Outras publicações) e da Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão – Ampa (Informativos/IMAmt/Nota técnica).