Cultura do algodão no Brasil tem a contribuição da Unoeste

Sentido Horário – A recente publicação da 4ª edição do Manual de Boas Práticas de Manejo do Algodoeiro em Mato Grosso reafirma a condição da Unoeste de estar na fronteira do conhecimento dessa cultura no Brasil, como instituição que desenvolve pesquisa e ajuda no desenvolvimento de técnicas e manejos para melhorar a produtividade. Essa ferramenta destinada aos cotonicultores e técnicos do setor tem, pela segunda vez, a contribuição do pesquisador Dr. Fábio Rafael Echer em dois capítulos, como autor e coautor.

O manual também serve de base para a formação de novos profissionais, conforme pontua o pesquisador, que atua no curso de Agronomia, na especialização em Manejo da Fertilidade do Solo e do Estado Nutricional das Culturas, além do mestrado e doutorado do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Agronomia da Unoeste, do qual é vice-coordenador. A iniciativa da Associação Mato-Grossense dos Produtores de Algodão (Ampa) envolve universidades, instituições de pesquisa e consultorias.

Echer tem ampliado a visibilidade da Unoeste no Mato Grosso, incluindo participação em publicação do Instituto Mato-Grossense do Algodão (IMAmt), sobre mapeamento da produção. Visibilidade irradiada para o Brasil e até no exterior, por conta do manual ser a publicação mais atualizada da cultura do algodoeiro com abordagem em todos os aspectos da produção, de acordo com o professor, desde as condições climáticas, de solo, sementes, cultivares, manejo da adubação, fenologia, manejo de reguladores de crescimento, pragas, doenças, colheita e qualidade da fibra.

O capítulo “Manejo de Regulares de Crescimento” é da autoria de Echer e tem como coautores o Dr. Ciro Rosolem e Patrícia Rafaella de Mello, egressa do mestrado em Agronomia da Unoeste e que no ano passado iniciou carreira docente na Universidade de Balsas (Unibalsas), no interior do Maranhão. Echer é coautor do capítulo “Distribuição da produção no algodoeiro: conceitos, fatores ecofisiológicos e implicações sobre a produtividade e sobre a qualidade de fibra”, de autoria do Dr. Juan Piero Antonio Raphael, também com o envolvimento de Rosolem.

O envolvimento do pesquisador da Unoeste com a Ampa e a IMAmt, além de outras instituições mato-grossenses, tem estimulado e ajudado na atuação de egressos no Mato Grosso em diferentes áreas, tais como: consultoria, revendas de insumos e fazendas. “A abordagem sistêmica do cultivo do algodoeiro nas disciplinas, tanto na graduação, quanto na pós-graduação, aliadas ao networking, têm ajudado na inserção dos alunos no mercado através de estágios e estimulado os estudantes a atuarem com esta cultura”, comenta Echer.

“Em 2015 fundamos o Grupo de Estudos do Algodão [GEA] que agrupa todos os estudantes de graduação, através de iniciação científica, e pós-graduação com o mestrado e doutorado, que estão sob minha orientação. O foco do grupo tem possibilitado avanços nas pesquisas e na disseminação do conhecimento através das mídias sociais, publicações de artigos, manuais técnicos, eventos direcionados aos produtores como o dia de campo e o tour do algodão”, conta.

Como membro da comissão científica do Congresso Brasileiro do Algodão (CBA), Echer neste momento participa do planejamento da 13ª edição. “Essa comissão é responsável por montar a grade de palestras e estabelecer as diretrizes de avaliação e premiação dos trabalhos. A Unoeste é a única universidade com representação na comissão científica”, diz Echer, que na 12ª edição em Goiânia, no ano passado, coordenou whorkshop com as participações de Rosolem e Raphael.

Qualidade e excelência

Na área de ciências agrárias os cursos ofertados pela Unoeste têm atraído estudantes de várias regiões do Brasil na graduação e na pós-graduação reconhecidas pela qualidade e excelência em ensino, pesquisa e extensão.

O curso de Agronomia possui conceito 4 do Ministério da Educação; é considerado o melhor da região pelo Ranking Universitário Folha (RUF 2018) e detém o Prêmio Melhores Universidades pelo Guia do Estudante 2018.

Na pós-graduação Lato Sensu oferece as especializações em Manejo e Fertilidade do Solo e do Estado Nutricional das Culturas; Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF); Agricultura de Precisão; Produção Intensiva e Bovinicultura de Corte; e Produção e Tecnologia de Sementes.

O Mestrado e o Dourado têm conceito 4 da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), órgão do Ministério da Educação. Ambos estão com inscrições abertas para o processo seletivo de alunos regulares, que podem ser feitas até o dia 31 deste mês de julho de 2020.

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