O Instituto Algodão Social (IAS) reuniu os integrantes da Comissão Julgadora do Prêmio Semeando o Bem 2014 para agradecer sua participação na análise dos 69 projetos apresentados por fazendas associadas à Ampa (Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão). O anúncio dos 21 projetos premiados nas categorias Educação, Saúde, Meio Ambiente, Cultura, Esporte e Lazer, Filantropia e Segurança Alimentar, foi feito no dia 14 de novembro passado.
A Comissão Julgadora da segunda edição do Prêmio Semeando o Bem foi formada pela engenheira florestal e de segurança do Trabalho Marlene Lima, pelo arquiteto David Rees e pelo engenheiro agrônomo e de Segurança do Trabalho Wander Paulo da Silva Hohlenwerger. Os três foram unânimes em elogiar a iniciativa do IAS de destacar e premiar iniciativas que comprovam a responsabilidade social dos produtores de algodão e também a sua contribuição para a sustentabilidade da cotonicultura mato-grossense nos pilares social, ambiental e econômico.
Marlene Lima, que atua como gerente da Comissão de Sustentabilidade da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso (Aprosoja), acredita que prêmios como o Semeando o Bem são o reconhecimento do compromisso dos produtores com a sustentabilidade do agronegócio. Para Wander Hohlenwerger, que acompanha o prêmio desde sua primeira edição em 2012, o resultado deste ano foi "excepcional". Ele ressaltou o alcance dos projetos inscritos de cunho social. "Geralmente, quem faz o bem não gosta de aparecer, mas a premiação ajuda a dar visibilidade a esses projetos", comentou. O arquiteto David Rees, que projetou a nova sede da Ampa e da Aprosoja, também se mostrou impressionado com as ações desenvolvidas pelos produtores de algodão em suas fazendas.
"Quem vive na cidade tem uma ideia muito equivocada da atuação do produtor rural", comentou numa referência à imagem distorcida que os moradores dos centros urbanos têm dos agentes do agronegócio. Na opinião de Rees, a premiação do IAS cria uma "cultura do bem", já que iniciativas que favorecem os colaboradores das fazendas produtoras de algodão, seus familiares e, em muitos casos, as comunidades do entorno, servem de referência para todos (empregados e empregadores).
Ao agradecer a participação dos três membros da Comissão Julgadora, o diretor executivo do IAS, Félix Balaniuc, falou do empenho da equipe do Instituto Algodão Social de aperfeiçoar os mecanismos de inscrição e realização do Prêmio Semeando o Bem com o objetivo de ele atinja cada vez mais seu objetivo: o de promover o desenvolvimento de iniciativas que demonstrem a responsabilidade social dos associados da Ampa.
Os integrantes da Comissão Julgadora receberam troféus semelhantes aos que foram dados às pessoas homenageadas durante a premiação do Semeando o Bem e um exemplar do livro "O Pantanal de José Medeiros" (Entrelinhas Editora). O coordenador técnico operacional do IAS, Marco Antonio dos Santos, também participou da reunião realizada nessa quarta-feira (3 de dezembro), na sede da Ampa e do IAS.